terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Brazil 9000

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Começo o ano indicando aos leitores/as do Odepórica um site muito legal: brazil900.com. Descobri sua existência ao ler um artigo sobre dois aventureiros norte-americanos, na revista Go Outside  de dezembro/2012.

Os dois malucos, Gareth Jones e Aaron Chervenak pretendem percorrer os 9000 km que separam o ponto mais ao norte do país, Monte Caburaí (não, não é mais o Oiapoque) na divisa com a Guiana, e o Chuí, ponto mais ao sul do Brasil. Nada de carro, nem moto, nem nada motorizado; o lance é queimar muita sola de sapato, pedalar bastante e remar canoa quando der. Uma aventura incrível, que começou no mês de setembro e terminará quando El de Arriba permitir.


A aventura é dividida em 3 grandes, enormes trajetos: o primeiro do Monte Caburaí a Belém (de canoa), 2.500km; o segundo vai de Belém ao Rio de Janeiro – a pé; e o terceiro trajeto vai do Rio ao Chuí, na fronteira com o Uruguai, 2000km pedalados em bicicleta. 


Nem vou escrever mais nada, está tudo lá no blog dos rapazes, fotos, vídeos e o diário atualizado dos perrengues da dupla, que não são poucos, como é possível prever nesse tipo de aventura. Boa viagem e Namastê!

Para ir direto ao site, clique no link abaixo.

brazil9000.com




2 comentários :

  1. Paulo, feliz 2013! :) Queria compartir um link do blog do Paco Nadal que saiu hoje

    http://blogs.elpais.com/paco-nadal/2013/01/20-libros-viajes-imprescindibles.html

    Me fez perguntar:
    Tem sentido a literatura de viagens em um en un Brasil cada vez mais digital?

    Quem faz hoje, na sua opiniao, uma boa Literatura de Viagens no Brasil?

    grande abraço do teu seguidor

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  2. Salve, Davi! Feliz 2013! Eu também costumo ler as entradas do Paco Nadal, autor cujo estilo de escrita muito me agrada, e achei o post bem bacana, embora não conheça 90% dos livros que ele indicou. Como sempre, listas são muito subjetivas, ¿verdad? A questão que vc coloca, que é a dele também, me parece simples: toda literatura, não só a de viagem, tem sentido, seja em que meio ou plataforma for (pc, tablet, e-book e livros impressos); enquanto houver leitor, haverá literatura. Mas entendi o que vc quis dizer, só que o espaço aqui é muito curto prá maiores divagações ; ))). A outra pergunta, Davi, tem uma resposta desanimadora: não conheço um autor brasileiro que se enquadraria hoje como "travel writer". Aliás, não vejo entusiasmo algum com esse gênero aqui em Pindorama, o que é uma pena, em um país com tantos "rincones" a serem percorridos e relatados...Claro que tivemos grandes autores que escreveram narrativas de viagem, como Érico Veríssimo, Osman Lins e Graciiano Ramos, para citar assim de cabeça, mas mesmo assim eles não podem ser considerados autores de narrativas de viagem. A literatura odepórica aparece na biografia de muitos escritores, mas sempre de forma pontual. Quem sabe esse quadro mude em breve, não? ¡Hasta pronto!

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